Outra proposta do professor de Leitura e Produção Textual I, no semestre passado, foi a criação de um texto sobre a Páscoa, que deveria ser feito em grupo. A nossa equipe tinha seis integrantes: Diana G. Montenegro, Gabriel M. Barros, Michelle A. Reis, eu, Renata Tristão e Sonia Ribeiro. Nós nos entendemos muito bem, todos tiveram excelentes ideias, e o resultado pode ser lido abaixo.
MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE UM BACALHAU
Nas profundezas das águas geladas da Noruega, eu nadava despreocupado. Todos os meus dias eram iguais: eu nadava, comia e apreciava as "bacalhoas", que desfilavam para cá e para lá.
Um dia, porém, as coisas estavam prestes a mudar. Meus amigos e eu estávamos em uma festa quando, de repente, algo estranho nos envolveu e começou a nos puxar para o alto. Tentávamos escapar, o tumulto era geral. Aquela coisa continuou a nos erguer até estarmos fora da água. Vimos seres estranhos, sem escamas, que respiravam na superfície: eram seres humanos!
Eles nos colocaram num lugar onde a água estava empedrada e mais fria que as águas em que vivíamos. Eu me debatia muito e logo senti a vida esvair-se de mim. Percebi que serviria de comida para alguém. Estava convencido, por minha linhagem nobre, de que faria parte de um grande almoço de Páscoa em uma casa portuguesa, com certeza!
Mas a vida reservou-me um triste fim: fui comprado por uma rede de fast-food árabe, virei bolinho de bacalhau e fui vendido em pedacinhos por noventa e cinco centavos cada.
Olá Priscila!
ResponderExcluirTriste fim do bacalhau, tão nobre e agora R$0,95; pobre coitado! (riso)
Bom final de semana!
Quero lhe convidar para ver e comentar ‘Esquizofrenia’ no http://jefhcardoso.blogspot.com
“Que a escrita me sirva como arma contra o silêncio em vida, pois terei a morte inteira para silenciar um dia” (Jefhcardoso)
Olá, Jeferson!
ResponderExcluirTudo bem?
Obrigada pela visita.
Pois é, o pobre bacalhau não teve o fim que imaginou. Coitado! =D